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Apple quer cobrar por conteúdo, mas terá de negociar com revistas

A Apple está tentando criar um modelo de conteúdo pago. Será uma espécie de Netflix. Em vez de séries e filmes, a ideia é que o serviço ofereça música, aplicativos, vídeos e notícias.

É justamente na parte de notícias que a negociação anda travada. Segundo a Bloomberg, a Apple pretende fazer parceria com revistas impressas e online para que forneçam conteúdo. Mas a resistência é enorme.

O problema é que, em março de 2018, a Apple comprou a Texture, um serviço que dá aos leitores o acesso a conteúdos de mais de 200 revistas por uma assinatura de apenas US$ 9,99 por mês.

As empresas que fornecem esse conteúdo estão naturalmente receosas. Elas temem que, atraídos pela força da marca Apple, os assinantes migrem em massa da assinatura convencional dessas revistas para o novo serviço.Vender conteúdo por assinatura é uma tendência do mercado hoje. Há experiências em diversos jornais brasileiros, com destaque para a Folha. Em âmbito global, até a Disney entrou na dança ao anunciar o Disney Plus.

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