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O marketing precisa sempre ter um apelo comercial?

 

Você, assessor de imprensa, empreendedor ou profissional de marketing já deve estar acostumado com o mecanismo de Marketing Direto. Utilizando informações precisas do público-alvo como nome, telefone, endereço, interesses entre outros, são criadas mensagens diretas para esse consumidor. Os canais de contato utilizados são: e-mails, ligações, mensagens, mala direta, entre outros. Mas a pergunta que fica é a seguinte: o marketing precisa sempre ter um apelo comercial?

Endomarketing, Marketing Viral, Marketing Digital, Marketing de Conteúdo, Marketing Pessoal e Marketing de Relacionamento são alguns exemplos do que pode ser, se bem trabalhados, “marketing fora da caixa”.

Neste post, separamos dois principais exemplos de como trabalhar o marketing de uma forma mais sutil:

1) Marketing Indireto

Uma forma mais “light” de levar sua marca aos consumidores, em momentos em que estes não estão esperando. Normalmente utilizado durante filmes, novelas, jogos e quaisquer outros momentos em que o público não espera (e não quer) se deparar com um anúncio propriamente dito; por isso mesmo, é preciso ter muito jeito para fazer a coisa dar certo.

Para não chatear o consumidor, que obviamente não espera encontrar propaganda naquilo que está apreciando em seu momento de lazer, é preciso trabalhar com muito cuidado uma estratégia de inserção da marca no conteúdo, sem corrompê-lo, e de forma muito natural.

Há décadas isso vem sendo muito bem utilizado em filmes e novelas, quando personagens, dentro do roteiro normal, utilizam ou citam uma determinada marca, o chamado Merchandising. O “Merchan” é uma técnica utilizada pelas empresas para despertar a atenção das pessoas pra algum de seus produtos, fazendo sua inserção no lugar certo e de maneira discreta enquanto outro tipo de ação acontece.

Com o advento da internet, esta técnica que antes era acessível a poucas marcas por conta dos preços avultosos para trabalhar com cinema ou televisão, foi definitivamente democratizada. Hoje em dia, canais de produção de entretenimento, como “Porta dos fundos”, utilizam isso muito bem. Blogueiros e youtubers, os chamados “Digital Influencers”, hoje também cumprem este papel com maestria e por um preço muito mais acessível, o que pode levar a sua marca a milhares ou milhões de pessoas.

 

2) Marketing Social

Este se aplica a empresas que apoiam e patrocinam grandes eventos culturais como shows, filmes e especialmente causas sociais. Neste caso, é possível apoiar financeiramente, cedendo funcionários para trabalho voluntário, ou disponibilizando produtos ou serviços para o apoio de causas sociais, asilos, orfanatos, centros culturais, etc.

Este tipo de Marketing gera uma imagem extremamente positiva da marca perante toda a população, gera empatia e humaniza a empresa, que se torna próxima de seu público, com quem naturalmente estabelece um vínculo não comercial e muito positivo.

Dias de responsabilidade social, por exemplo, são datas específicas em que toda a empresa se mobiliza para prestar algum tipo de atendimento ao consumidor, de forma amigável e gratuita. Isso funciona muito bem.

E aí, compreendeu que o Marketing não precisa, necessariamente, ter um apelo comercial? Então que tal arregaçar as mangas?

Conte com o Dino para o que der e vier.

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