Jogos Olímpicos têm projetos que priorizam a eficiência, por Aline Coutinho Cabral Garcia Dias.

23/11/2015 – Para comportar de maneira eficaz um evento de proporção mundial como Jogos Olímpicos com sede na cidade de Rio de Janeiro, autoridades competentes deram prioridade à infra estrutura esportiva em vez de instalações para os atletas e delegações de seus países.

Para comportar de maneira eficaz um evento de proporção mundial como Jogos Olímpicos com sede na cidade de Rio de Janeiro, autoridades competentes deram prioridade à infra estrutura esportiva em vez de instalações para os atletas e delegações de seus países.

Aline Coutinho Cabral Garcia Dias cita as belas arenas como “Cubo D’Água” ou “o Ninho de Pássaro” com primor na edição de Pequim em 2008, ela faz uma analogia, pois o Brasil como um país também de terceiro mundo preza por uma edição eficiente.

Esta temática tem como base o não investimento maciço em luxo e extravagância, mas sem perder o foco de seu projeto, nem o mérito da questão: a eficiência.

No início do projeto do evento, a prefeitura carioca previu que a construção não deveria atender somente aos jogos, mas de grande serventia para a cidade, cujo investimento em demasia para que posteriormente fosse de pouco uso pela população.

O conceito de arquitetura nômade, segundo Aline Coutinho Cabral Garcia Dias, foi adotado pela relação de custo-benefício. Seu propósito não teve como fator somente a construção de arenas, mas também a manutenção e posterior utilização após o jogos. Reiterando assim, a estrutura eficiente e futuramente viável para uso local dos cidadãos.

O denominado “elefante branco” foi o termo usado para designar um investimento de
benefício curto como o caso dos Jogos, e depois uma ociosidade se verificaria nas arenas construídas. Dois exemplos emblemáticos são a Arena do Futuro que virará quatro escolas, e do Estádio Aquático que será dois centros de treinamentos com piscinas.

As previsões são de escolas municipais para o primeiro exemplo que terão as rampas e escadas pré-moldadas da arena serão reaproveitadas nos acessos e áreas de circulação das escolas, outra perspective será a de aproveitamento da estrutura do telhado, que composta por vigas metálicas e telhas com tamanho padronizado, para a reutilização nos telhados das escolas.

Três escolas estarão na região da Barra da Tijuca e em Jacarepaguá. A localização da quarta escola é uma incógnita.No caso do Estádio Aquático que será desmontado como a Arena do futuro terão piscinas de aquecimento e competição. Partes da arquibancada serão reaproveitadas para a construção de dois centros de treinamento de esportes aquáticos.

Aline Coutinho Cabral Garcia Dias cita que os locais onde estarão a Arena do Futuro e o Estádio Aquático nos Jogos vão se tornar lotes privados para uma grande área residencial que será construída no Parque Olímpico da Barra.

Aline Coutinho Cabral Garcia Dias enfatiza o possível erro de planejamento para infraestrutura para o recebimentos do evento mundial e inédito no Brasil e na América do Sul.
Para concluir Aline Coutinho Cabral Garcia Dias apresentando a importância do provável êxito do planejamento carioca, citando também os pontos que poderiam ser evitados como um investimento primário sem futuro benefício, caso que não ocorreu neste caso; mas também salienta que a cidade do Rio de Janeiro contemplará posteriormente uma melhor infraestrutura que abrange setores como transporte, meio ambiente, imobiliário que resultam num promissor desenvolvimento social e promoção do bem-estar dos cariocas.
Website: http://alinecoutinhocabralgarciadias.com/

 

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