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Assessoria de Imprensa Empreendedorismo

2017: o ano do comunicador que empreende e do empreendedor que comunica

Um jornalista que monta sua própria assessoria e equipe de redação ou um CEO que se tornou referência na área de atuação por meio de matérias sobre seu negócio? O mercado está aí para ambos – mas é preciso planejamento

 

Tornar-se empreendedor, ter o próprio negócio, apostar naquele projeto de anos que nunca saiu no papel e tomar as “rédeas” da própria carreira não é sonho exclusivo de quem estuda Administração de negócios, por exemplo. A realidade econômica e social de um país pode despertar o “business man” – ou “woman” – em qualquer um. Fatores como avanço tecnológico, crises, mudanças políticas e relações internacionais podem criar possibilidades para novas formas de atuação no mercado. Comércio e setor de serviços crescem de acordo com as demandas da população, sempre em constante mudança. Aquela simples tapioca que sua avó preparava no café da manhã pode se tornar matéria-prima de uma franquia gastronômica com alta rentabilidade. E quem diria que uma simples receita tradicionalmente nordestina se viraria negócio? Ninguém. E muitas vezes é aí que mora o problema – ninguém diz, ninguém fica sabendo, logo, ninguém faz. Então, é preciso empreender e dizer que está empreendendo. Ou seja: apostar em si e mostrar ao mundo que é possível.

O comunicador que empreende

Otimismo à parte, durante o ano de 2016, nós do DINO identificamos dois pontos interessantes a respeito de nossos clientes. O número de profissionais de comunicação que passaram a gerir o próprio negócio aumentou, principalmente aqueles que buscavam mais elementos para seu planejamento estratégico. Redatores que montaram uma Produtora de Textos, assessores que montaram a própria equipe de AI, freelancers prestando serviços para diferentes setores, jornalistas fazendo a divulgação dos próprios artigos – assim como blogueiros e youtubers transformando seus conteúdos em notícias para grandes portais – foram alguns dos exemplos que tivemos ao longo de 2016. Obviamente que não surgiram apenas há um ano. Mas o ponto que questionamos foi: há uma maior autonomia nos métodos de divulgação e comunicação de conteúdo relevante e nossa ferramenta, por exemplo, passou a integrar as mais diversas estratégias. Isso é bom, mas vai além. Isso demonstra a versatilidade do mercado brasileiro e, principalmente, dos comunicólogos que aqui temos. Demonstra autonomia mesmo tem tempos de crise. Por outro lado – mas não tão distante – estão os empreendedores que descobriram a importância de estar na mídia, ser visto, lido e conhecido.

O empreendedor que comunica

Ser notícia. Há muitas empresas que desejam destaque na mídia. Mas, como bem sabemos, isso pode ser muito bom ou péssimo. A forma como irá aparecer define o grau de sucesso – ou falha – de uma ação de mídia. Boa parte das empresas que tivemos contato apostam justamente no posicionamento que pretendem alcançar em portais e agências de notícia. Não há novidade aí. Desde o surgimento do Marketing de Conteúdo, produzir material relevante que não limite as ações da empresa apenas à venda se tornou peça fundamental para qualquer negócio que almeje status no mercado. Entretanto, é preciso inovar para não cair no “mais do mesmo”. Ou seja, é preciso noticiar o que há de novo, inédito e exclusivo sobre o serviço ou produto que se tem. Tornar-se referência no nicho de mercado que atua; falar com propriedade sobre os problemas que atingem o público-alvo; manter-se atualizado sobre as últimas pesquisas e dados que revelam os rumos do negócio que possui; saber o que dizer, para quem dizer, como dizer e quanto dizer. Para isso, há de se fazer uma viagem “interna” dentro do próprio empreendimento no intuito de identificar o que pode ser noticiado. O empresário que consegue ter essa visão – com a ajuda de um setor de marketing ou assessoria – encontra os melhores caminhos para ser fonte de informação com credibilidade. Este empreendedor que comunica consegue entender uma “regra” básica que se aplica em diversas áreas – profissionais ou pessoais: quem é visto, é lembrado.

Um começo de ano para se planejar

Todos sabemos que planejamento no começo de cada ciclo é indispensável. Mas vale sempre ressaltar que preparar estratégias e estruturar novos projetos são processos que requerem tempo e paciência. Nós, que trabalhamos diretamente com comunicação, percebemos as “brechas” que o mercado abre de tempos em tempos e que podem ser a grande oportunidade para aqueles que utilizam nossos serviços. Este texto fala, ainda que de modo simples, da importância que há em buscar autonomia quando existe espaço para a versatilidade (foco aqui, comunicadores) e de como devemos levar nossas habilidades e qualificações a mais pessoas, assumindo o posto de referência com propriedade.

Então, comunicador: aposte em si e nos seus projetos. De repente, chegou a hora de se planejar para montar o próprio negócio.

E você, empreendedor… Já pensou no que irá noticiar hoje? Eis aí a chance. Se precisar de ajuda, estamos aqui.

Que comece o ano (pra valer)!

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